Egito & Israel Magico

Jerusalem

Israel, a terra prometida da Bíblia, hoje em dia é um país moderno, próspero e vibrante. Durante séculos, os lugares onde aconteceram os fatos mais emocionantes da história da humanidade ficaram abandonados sob as areias movediças. As ruínas ficaram esquecidas até que o povo de Israel voltou do Exílio e retomou suas terras. Hoje as indústrias sofisticadas e grandes empresas bem desenvolvidas tomaram conta das colinas, pântanos e desertos improdutivos. Os vestígios do passado ainda imperam em meio a este dinâmico renascimento. Jerusalém a cidade Santa e Eterna capital de Israel, retém sua aura de santidade e acolhe freqüentemente os peregrinos de odas as crenças.

Jerusalem

Jerusalem

A cidade recebe os mesmos visitantes como nos tempos do patriarca Abraão. Eilat, que serve de acesso ao Mar Vermelho se tornou um porto de atrativo como na época do Rei Salomão. Nazareth o lugar da anunciação e lar de Jesus durante sua infância, está na história da Galiléia. Além do seus lugares históricos e religiosos, Israel tem muito a oferecer aos turistas. Vastas extensões de limpas praias banhadas pelo sol, modernos hotéis, teatros e clubes, balneários, pitorescos banhos termais e mercados, tudo dentro de um compacto círculo geográfico. 

Sem dúvida, Israel se constitui de um verdadeiro oásis de atrações.

Consulte-nos sobre grupos exclusivos, para viajar com seus amigos e/ou sua Igreja.

 

ROTEIRO

1.º DIA – GUARULHOS (SÃO PAULO) /EUROPA 

Apresentação no aeroporto de São Paulo/Guarulhos com destino a Europa com city numa Capital Européia.

 

2.º DIA – EUROPA / CAIRO (EGITO) 

Chegada ao aeroporto do Cairo, após as formalidades de praxe recepção e tras- lado ao hotel e acomodação.

Piramides

Piramides

 

3.º DIA – CAIRO 

Café da manhã visitas às famosas Pirâmides de Keóps, Kefrén e Miquerinos e a impressionante Esfinge. Almoço e visita ao Museu do Papiro, onde assistiremos uma apresentação sobre a confecção do tipo de papel mais antigo de que se tem notícia.

Khan el Khalili - Mercado

Khan el Khalili – Mercado

Logo após prosseguiremos nosso passeio com um tour panorâmico pelo centro do Cairo e o famoso Rio Nilo, visitaremos também o mercado Khan El Khalili, onde conheceremos um pouco da riqueza artesanal do Egito.

À noite, teremos um jantar em um barco navegando no Rio Nilo, com apresentação de música e danças árabes típicas. Retorno ao Hotel.

 

4.º DIA – CAIRO / CANAL DE SUEZ/ MARA /MONTE SINAI 

Café da manhã e partida em direção ao Canal de Suez, ligação navegável entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho.
Após cruzarmos o canal por um túnel subterrâneo, parada no vilarejo beduíno de Mara, onde Moisés descansou com o povo e transformou a água amarga em água potável – estes poços existem até hoje e vamos visitá-los.
Almoço durante o trajeto e chegada ao Hotel  em  Sharm El Shekh , jantar e descanso.

No período noturno aqueles que desejarem subir ao Monte Sinai, faremos o trajeto de transporte até o ponto de partida.
O percurso será realizado durante toda a noite, orientado por guias beduínos. Com a volta para o hotel pela manhã.   

SHARM EL SHIEKH - Mar Vermelho

SHARM EL SHIEKH – Mar Vermelho

 

5.º DIA – MONTE SINAI / MAR VERMELHO 

Retornaremos para o hotel que fica  nas margens do Mar Vermelho onde teremos o dia para descanso, podendo aproveitar para fazer mergulho em umas das melhores regiões do Mar Vermelho ou passeio de barco (opcional).

6.º DIA – MONTE SINAI / EILAT /MASSADA / MAR MORTO / JERICÓ/ TI- BERÍADES 

Café da manhã e saída bem cedo em direção à fronteira entre o Egito e Israel, em seguida faremos uma rápida passagem pela  moderna cidade de Eilat, cenário das antigas Minas do Rei Salomão.
Prosseguiremos nossa viagem pelo deserto de Arava e o deserto do Negev até chegarmos ao Monte Massada onde faremos um passeio fantástico de teleférico, conheceremos o lugar do antigo palácio construído por Herodes o Grande, na sequência iremos para o Mar Morto, ponto mais baixo do mundo.
Parada para banho nas famosas águas do Mar Morto, onde se tem a maior concentração de sal do mundo e onde ninguém afunda, prosseguiremos nossa viagem para Jericó, visitaremos a tradicional figueira onde Zaqueu se encontrou com Jesus, visão panorâmica do Monte da Tentação onde Jesus foi tentado após o batismo, e termos uma parada em fren te às ruínas mais antigas da cidade de Jericó dos tempos de Josué,  prosseguiremos nossa viagem em direção a Tiberíades, às margens do Mar da Galileia, onde fica o hotel.
Jantar e descanso.

 

MASSADA - Casa de Herodes

MASSADA – Casa de Herodes

 


7.º DIA – GALILÉIA / CAFARNAUM 

Café da manhã e saída para Tabgha, palco do milagre da multiplicação dos pães e peixes.

O Rio Jordão

O Rio Jordão

Prosseguiremos para o porto de Ginosar,
onde embarcaremos em um barco típico de madeira para cruzarmos o Mar da Galileia
em direção ao sítio arqueológico de Cafarnaum, cidade onde Jesus estabeleceu seu ministério.
Visita às ruínas da grande sinagoga da cidade e da casa da sogra de Pedro.
Passeio até o Monte das Bem Aventuranças, palco do sermão mais famoso de Jesus.
Depois, ida ao local de batismo no Rio Jordão, nas mesmas águas onde João Batista batizou Jesus.
Retorno ao hotel, jantar e descanso.

 

8.º DIA – CANÁ /NAZARÉ / MONTE CARMELO / CESARÉA /  JOPE / JE- RUSALÉM  

Café da manhã e saída em direção a Caná da Galileia, local do primeiro milagre de Jesus.
Prosseguiremos a viagem por Nazaré, onde Jesus passou sua infância e adolescência, para vista geral da cidade moderna.
Continuação até o Monte Carmelo, local onde o profeta Elias conseguiu invocar a presença de Deus e vencer a disputa com os profetas de Baal. Vista panorâmica do Vale do Armageddon, palco da batalha do Juízo Final segundo o livro de Apocalipse, prosseguimento da viagem até as ruínas de Cesárea Marítima, cidade construída pelo rei Herodes e que funcionou como capital da província da Judéia na época de Jesus.
Lá morava o governador Pôncio Pilatos.
Passaremos rapidamente pela moderna cidade de Tel Aviv e Jope.
Prosseguiremos nossa viagem até as portas da gloriosa cidade de Jerusalém.
Chegada ao hotel, jantar e descanso.

Museu do Papiro


9.º DIA – JERUSALÉM / BELÉM 

Café da manhã e saída em direção ao Monte das Oliveiras para uma vista panorâmica da Cidade Velha.
Descida até o Getsemani e o Jardim das Oliveiras, onde Jesus chorou e foi preso pelos romanos.
Continuação até o Monte Sião e visita ao Cenáculo, local da última ceia de Jesus com seus discípulos.
Visita ao túmulo do Rei David, em seguida iremos para casa do sumo sacerdote Caifás, local onde Jesus ficou preso e foi julgado pelos lideres religiosos antes de ser apresentado a Pilatos.
Almoço e prosseguimento até Belém, visitaremos a Igreja da Natividade, o Campo dos Pastores, local onde o anjo do Senhor anunciou aos pastores o nascimento do Salvador. Visitaremos o comércio local para conhecermos o famoso artesanato em oliveira típico da região.
Retorno ao hotel, jantar e descanso.

 

Monte das Oliveiras

Monte das Oliveiras

10.º DIA – JERUSALÉM 

Café da manhã e saída para passeio pela Cidade Velha de Jerusalém.
Começaremos nosso dia visitando a cidade de Davi, o Muro das Lamentações, antiga estrutura que restou do Segundo Templo e local mais sagrado do mundo pelo Judaísmo. Visitaremos a esplanada do Templo onde hoje estão as mesquitas, local onde o Rei Salomão construiu o Templo.
Visita ao Tanque de Betesda, onde Jesus curou um paralítico no sábado.
Seguindo os passos de Jesus, vamos caminhando pela Via Dolorosa.
Teremos um período livre para compras.
Retorno ao hotel, jantar e descanso.

Israel

Israel

O Muro Ocidental, também conhecido como Muro das Lamentações, é o local mais sagrado do mundo judaico e é a única porção sobrevivente do Segundo Templo. O Primeiro Templo, comissionado pelo rei Salomão, foi erguido por volta do século 10 a.C. para guardar a Arca da Aliança, que continha as tábuas originais com os dez mandamentos. Destruído pelos babilônios cerca de 500 anos mais tarde, foi quase que imediatamente reconstruído no mesmo local. Por volta do ano 20 a.C. Herodes, o Grande, patrocinou uma reforma de grande escala, tornando o templo ainda maior e majestoso, com grandes muralhas que formavam a base para o edifício principal.

Quando por volta do ano 66 de nossa era ocorreu a primeira grande revolta judaica contra a ocupação romana, a resposta foi rápida. Jerusalém foi re-ocupada pelas legiões de Tito em 70 d.C., destruindo totalmente o Templo de Herodes. Os escombros da violenta ação ainda hoje podem ser vistas, mas o Muro Ocidental é a única parte que permaneceu de pé.

Apesar desse trecho do grande templo também ser conhecido como Muro das Lamentações, já que muitos fiéis aqui reúnem-se para lamentar a perda do edifício sagrado, o ambiente é pacífico e todos são bem-vindos para aqui orar e deixar o tradicional pedido escrito em papéis entre as frestas das rochas que a formam. Aos homens é solicitado cobrir a cabeça (quipás de papel são oferecidos) e  às mulheres que cubram ombros e pernas. A atmosfera calma só é quebrada pelas cerimônias de bar e bat mitzvá, sempre alegres e festivas, uma cena encantadora de se presenciar.
 

Muro das Lamentações

Muro das Lamentações

11.º DIA – JERUSALÉM

Café da manhã, visita ao Museu do Livro, Almoço no caminho e continuação até o Jardim do Túmulo, já do lado de fora das muralhas da Cidade Velha, onde visitaremos o Gólgota – famosa colina em forma de caveira onde eram crucificados os criminosos no tempo de Jesus e o túmulo que pertencia ao aristocrata José de Arimatéia e que foi cedido a Jesus quando da sua crucificação.
Tempo para reflexões e celebração da Santa Ceia.
Retorno ao hotel, jantar e descanso.

 

Golgota - Local onde se crucificavam os acusados na epoca de Jesus

Golgota – Local onde se crucificavam os acusados na epoca de Jesus – Caveira

12.º DIA – TEL AVIV / EUROPA  

Após o café da manhã sairemos em direção ao aeroporto TEL AVIV (ISRAEL) com destino ao Brasil, faremos uma rápida conexão na Europa.

 

13.º DIA – SÃO PAULO / GUARULHOS

Chegada ao aeroporto de São Paulo/Guarulhos.
Desembarque e fim de nossos serviços.
Até a próxima viagem.

 

Periodo : Entre Abril e Setembro  de 2015, a partir de US$ 3.125

Entre 3 e 11 de Abril => Pascoa – Suplemento de alta temporada US$350 dolares por pessoa em duplo
De 13 a 15 Setembro => Ano Novo Judaico- Suplemento de Alta temporada US$210 dolares por pessoa em duplo
De 22 a 23 Setembro=> Dia do Perdao- NAO OPERAMOS
De 27 Set a 05 Outubro => Tabernaculos – Suplemento de US$250 dolares por pessoa em duplo.

Hospedagem nos seguintes hotéis 4 Estrelas

  • Cairo 02 noites: Barcelo Pyramids ou similar
  • Sharm el Sheik 02 noites: Sol Cyrene ou similar
  • Tiberiades 02 noites: Leonardo Club ou similar
  • Jerusalem 04 noites: Grand Court ou similar

 

Preços incluem:

  • 10 noites em hotel com meia pensão (café da manhã e Jantar)
  • 09 dias de Tour com guia falando português ou espanhol (mediante disponibilidade) em ônibus de luxo.
  • Tours e translados em onibus de luxo com a/c.  Onibus com capacidade para 01 bagagem + 01 mala de mão por pessoa
  • Entradas nos pontos turísticos conforme itinerário.
  • 01 Jantar com Show Folclorico no barco flutuante no Nilo.
  • 02 almocos em restaurantes locais no Egito
  • Maleteiros nos hotéis
  • Gorjetas aos guias e motoristas locais.

 

Preços NÃO incluem:

–     Passeio opcional de barco de vidroem Sharm el Sheik US$ 35 dolares por pessoa.
–     Seguro médico.
–     Despesas extras
–     Almoços
–     Bebidas durante as refeições.
–     Taxas de fronteiras, de aeroportos e vistos.
–     Visto de entrada no Egito, US$ 20 por pessoa com 
assistência e US$ 15 por pessoa sem assistência.
–     Taxa de saida por Taba => US$ 1 por pessoa.
–     Passagem aérea Sao Paulo – Israel – Sao Paulo
–     Taxas de embarque US$ 100,00 por pessoa

 

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS • Passaporte Brasileiro válido (minimo de 6 meses da expiração) • Atestado internacional de vacinação contra a febre amarela.A vacinação é feita em todo o Brasil, a emissão do Certificado Internacional de Vacinação é feita apenas nos Postos de Vacinação do Ministério da Saúde (click abaixo) . A vacina contra a febre amarela deve deve ser feita, pelo menos, dez dias antes da viagem.
http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home


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MAIS INFORMAÇÔES SOBRE OS LOCAIS QUE VAMOS VISITAR !!!

8 curiosidades sobre as Pirâmides antes de viajar ao Egito

Egito sempre foi um destino turístico com uma rica herança cultural e uma grande hospitalidade de seus habitantes.
Quando falamos sobre o Egito pensamos no 
Rio Nilo com faluas (embarcações típicas) e crocodilos, as grandes cidades do Cairo, Alexandria e Assuã, os souks (mercados árabes) e os desertos …
Mas especialmente nas 
Grandes Pirâmides do Egito!
Descubra as maiores curiosidades das 
obras mais emblemáticas do Egito!

 

1. As 3 Grandes Pirâmides do Egito: uma atração turística

As três pirâmides, ou seja, a pirâmide de Quéopsa pirâmide de Khafre e a Pirâmide de Miquerinos, localizadas no Planalto de Gizé, na cidade de Gizé e que anualmente recebe uma média de 10 milhões de visitantes.


2. Quando foram construídas as Pirâmides?

As pirâmides foram construídas cerca de 4000 anos atrás. A menos antiga das pirâmides e também a menor é a de Miquerinos, que data de cerca de 2520 a.C.

“Soldados, do alto destas pirâmides contempla-se quarenta séculos.” por Napoleão Bonaparte


3. A maior construção do mundo

A pirâmide mais impressionante por suas dimensões é a pirâmide de Quéops, cujo lado mede 230m e sua altura é de 146m.
É a maior construção maciça feita pelo homem, com um volume de 2592 341 m3 para uma massa de 5 milhões de toneladas, ou 110 vezes o peso do Titanic.


4. Trabalhadores nas Pirâmides do Egito

Para transportar e empilhar os blocos de calcário que pesavam cerca de 20 toneladas, foram necessários milhares de trabalhadores para erguer as Pirâmides de Gizé (todo o sítio arqueológico).
Acredita-se atualmente que as enormes rampas foram utilizadas para transportar os blocos até topo.

 

5. Segredos das Pirâmides do Egito

Existem muitos enigmas sobre as Grandes Pirâmides do Egito que ainda não foram esclarecidos até o momento: imagina-se que possa existir tesouros dentro das câmaras mortuárias escondidas; uma possível ligação entre a posição e orientação das pirâmides com pontos astrológicos; ou até mesmo sobre o real significado de sua construção.


6. Existem mais de três pirâmides no Egito

Nem todo mundo sabe mas as três pirâmides do Egito não são as únicas! Além das pirâmides que foram enterradas pela areia, ainda existem centenas desses monumentos por todo o território egípcio.

 

7. Uma das 7 Maravilhas do Mundo


A maior das Pirâmides de Gizé, a Pirâmide de Quéops, é uma das 7 Maravilhas do Mundo Antigo, e também a única que resistiu ao tempo.
Todas as outras 6 maravilhas estão extintas: os Jardins Suspensos da Babilônia, a Estátua de Zeus em Olímpia, o Templo de Artemis em Éfeso, o Mausoléu de Halicarnasso, o Colosso de Rodes e o Farol de Alexandria.


8. Temperatura no interior das Pirâmides

Este é um detalhe que deve ser mencionado nesta lista: com uma massa rochosa de tal volume, os interiores podem ter uma temperatura média 20°C ou 68°C.

 

ISRAEL 

Israel (em hebraico: יִשְׂרָאֵל, Yisra’el; em árabe: إِسْرَائِيلُ, Isrā’īl), oficialmente Estado de Israel (em hebraico Loudspeaker.svg? מדינת ישראלtransl. Medīnát Isra’él; em árabe: دولة إسرائيل, Dawlát Isrā’īl), é uma república parlamentar localizada no Oriente Médio, ao longo da costa oriental do Mar Mediterrâneo.

O país faz fronteira com o Líbano ao norte, com a Síria a nordeste, com a Jordânia e a Cisjordânia a leste, com o Egito e aFaixa de Gaza ao sudoeste, e com o Golfo de Aqaba, no Mar Vermelho, ao sul.

Geograficamente, contém diversas características dentro de seu território relativamente pequeno.5 7 Israel é definido como um “Estado Judeu e Democrático” em suas Leis Básicas e é o único Estado de maioria judia do mundo.

Mapa do Reino de Israel noséculo XI a.C.

história da Antiga Israel abrange o período desde o século XX a.C. até à expulsão e Diáspora do povo judaico no século I, na área compreendida entre o Mar Mediterrâneo, o deserto do Sinai, as montanhas do Líbano e o deserto da Judeia. Concentra-se especialmente no estudo do povo judeu neste período, e de forma secundária dos outros povos que com ele conviveram, como os filisteusfeníciosmoabitasidumeushititasmadianitasamoritas eamonitas. As fontes sobre este período são principalmente a escrita clássica como a Bíblia hebraica ou Tanakh (conhecida pelos cristãos como Antigo Testamento), o Talmude, o livro etíope Kebra Nagast e escritos de Nicolau de Damasco, Artapano de Alexandria, Fílon e Josefo. Outra fonte principal de informação são os achados arqueológicos no EgitoMoabeAssíria ou Babilónia, e os vestígios e inscrições no próprio território.

Terra de Israel, conhecida em hebraico como Eretz Israel, é sagrada para o povo judeu desde os tempos bíblicos. De acordo com a Torá, a Terra de Israel foi prometida aos três patriarcas do povo judeu, por Deus, como a sua pátria;32 33 estudiosos têm colocado este período no início do 2º milênio a.C..34 A terra de Israel guarda um lugar especial nas obrigações religiosas judaicas, englobando os mais importantes locais do judaísmo (como os restos do Primeiro e Segundo Templos do povo judeu). A partir do século X a.C.35 uma série de reinos e estados judaicos estabeleceram um controle intermitente sobre a região que durou cerca de 150 anos, para o Reino de Israel, até à sua conquista pelos assírios em 721 a.C., e quatro séculos para o Reino de Judá, até à sua conquista porNabucodonosor em 586 a.C. e destruição do Templo de Salomão pelos babilónios.36 Em 140 a.C. a revolta dos Macabeus levou ao estabelecimento do Reino Hasmoneu de Israel, cuja existência enquanto reino independente durou 77 anos, até à conquista de Jerusalém por Pompeu em 63 a.C, altura em que se tornou um reino tributário do Império Romano.37

Sob o domínio assírio, babilônico, persagrego, romano, bizantino e (brevemente) sassânido, a presença judaica na região diminuiu por causa de expulsões em massa. Em particular, o fracasso na revolta de Bar Kokhba contra o Império Romano em 132 resultou em uma expulsão dos judeus em larga escala. Durante este tempo os romanos deram o nome de Syria Palæstina à região geográfica, numa tentativa de apagar laços judaicos com a terra. No entanto, a presença judaica na Palestina manteve-se, com o deslocamento de judeus da Judeia para a cidade de Tiberíades, na Galileia.38 No início do século XII ainda permaneciam cerca de 50 famílias judaicas na cidade.39 A Mishná e o Talmud de Jerusalém, dois dos textos judaicos mais importantes, foram compostos na região durante esse período. A terra foi conquistada do Império Bizantino em 638 durante o período inicial das conquistasmuçulmanas. O niqqud hebraico foi inventado em Tiberíades nessa época. A área foi dominada pelos omíadas, depois pelos abássidascruzados, os corésmios e mongóis, antes de se tornar parte do império dos mamelucos (1260-1516) e o Império Otomano em 1517.40

Réplica do Segundo Templo, emJerusalém, destruído no ano 70 pelo Império Romano

Embora a presença judaica na Palestina tenha sido constante, os judeus que “sempre lá estiveram” reduziam-se à pequena comunidade rural de Peki’in, árabes em tudo excepto na religião.41 Durante os séculos XII e XIII, houve um pequeno, mas constante movimento de imigrantes judeus para a região, especialmente vindos do Norte de África.42

Após o Decreto de Alhambra em 1492, muitos judeus expulsos de Espanha partiram para a Terra Santa,43 embora se tenham fixado nas cidades onde viviam da caridade e do halukka enviado pelos seus pares na Diáspora.41 Após 1517, sob o domínio Otomano, a região tornou-se uma província esquecida do Império, declinando em população devido à extrema pobreza, impostos exorbitantes, doença e falta de segurança. A população era maioritariamente muçulmana, da qual dez por cento eram católicos. Em 1777, judeus europeus começaram a voltar à região, juntando-se à pequena comunidade sefardita local.44 Por volta de 1800, a população judaica rondaria os três milhares,41 vivendo sobretudo nas “Quatro Cidades Sagradas“,JerusalémHebronSafed e Tiberíades. Despreparados para a rudeza da região, sem conseguir arranjar emprego e impedidos de possuir terras, os judeus europeus viviam na miséria, sobrevivendo, mais uma vez, do halukka.

Já na década de 1850, os judeus chegariam mesmo a constituir pelo menos a metade da população de Safed, Tiberíades e Jerusalém

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