Ilhas Mauricio e Africa do Sul

Ilhas Mauricio

O Paraiso existe e nao esta fora do seu alcance….

Preparamos esse roteiro especial completo para voce que quer viajar, sem gastar muito e quer conhecer belos, exoticos e incriveis lugares antes distantes por dificuldade de encontrar, preço ou ambos e que agora esta aqui, pra voce!!! Navegue, sonhe e faça esse roteiro realidade esse ano na sua vida!

Sempre com a qualidade Viagens Top, guias especializados, pacote completo sem surpresas, como voce sempre quis!!

Veja abaixo o que estamos falando exatamente:

Saindo de Sao Paulo, Rio de Janeiro ou qualquer outra capital do Brasil direto para Africa do Sul, incluindo Safari e hospedagem DENTRO do Kruger Park, alem é claro, da visita a nao muito famosa para nos, brasileiros, (que a estamos descobrindo nos ultimos 2 anos),  mas incrivel, exotica, paradisiaca e belissima Ilhas Mauricio, tambem conhecida como JOIA DO INDICO.

Descrição breve do roteiro: São 14 dias no total, com aereo, terrestre, transfers e demais servicos executados por nos, para que voce nao tenha nenhuma preocupação;

Cape Town – Africa do Sul / Reserva Privativa – Kruger Park – África do Sul / Johannesburg – Africa do Sul / Mauritius – Mauritius

Incluindo:

• Passagem aérea em classe econômica voando SOUTH AFRICAN AIRWAYS nos trechos São Paulo / Johannesburg / Cape Town / Johannesburg / São Paulo
• Passagem aérea em classe econômica voando SOUTH AFRICAN EXPRESS nos trechos Johannesburg / Hoedspruit / Johannesburg
• Passagem aérea em classe economica voando SOUTH AFRICAN AIRWAYS nos trechos Johannesburg/ Mauritius / Johannesburg
• Hospedagem por 3 noites em Cape Town, com café da manhã
• Hospedagem por 2 noites em Reserva Privativa – Kruger Park, com pensão completa
• Hospedagem por 2 noites em Johannesburg, com café da manhã
• Hospedagem por 5 noites em Mauritius, com meia pensão
• Traslados privativos com motorista em inglês em Cape Town e Mauritius
• Traslados à Reserva Privativa – Kruger National Park realizados em Vans ou Land Rover compartidos com assistência em inglês.
• 4 Safáris fotográficos nas Reservas Privativas – Kruger Park, em Land Rover com assistência de rangers em inglês.
• Seguro Viagem GTA plano Euro Assist (para pessoas até 69 anos)
• Assistência ao embarque no Aeroporto Internacional de São Paulo

Exclui:
• Taxas de Embarque Nacionais e Internacionais, Taxas de Segurança, Combustível e Turismo. Taxa de aeroporto, em ambos os aeroportos do Kruger National Park deve-se pagar localmente a taxa de aeroporto na chegada (90 Rands) (sujeitas a alteração)
• Refeições não mencionadas
• Excesso de bagagem
• Extras de caráter pessoal (telefonemas, bebidas, lavanderia)
• Qualquer item não mencionado como incluído.
• Taxa de entrada no Kruger National Park: normalmente são pagas localmente como a Reserva de Timbavati ao Norte (50 Rands) e Sabi Sands ao Sul (60 Rands), sujeitas a alteração. Taxa de conservação Kruger National Park (130 Rands por dia).

Datas de saída: 28/02 a 29/05/14 e de 30/08 a 20/10/14:  CONSULTE
Datas de saída: 03/12/13 a 27/02/14 e de 30/05 a 29/08/14: CONSULTE

 

1º DIA SÃO PAULO / JOHANNESBURG (ÁFRICA DO SUL)

Apresentação no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos para embarque pela SOUTH AFRICAN AIRWAYS, com destino a Johannesburg.

Kruger Park

2º DIA JOHANNESBURG / CAPE TOWN
Chegada e após os trâmites alfandegários, apresentação no Terminal “B” Doméstico (sem assistência) para embarque no voo da South African Airways com destino a Cape Town. Chegada e traslado ao hotel escolhido para hospedagem por 03 noites com café da manhã.

Cape Town

Cape Town

3º DIA CAPE TOWN
Dia livre. Sugerimos visita de dia inteiro ao Cabo da Boa Esperança.

 

Cape Town

Cape Town

4º DIA CAPE TOWN
Dia livre. Sugerimos passeio aos principais pontos turísticos da cidade.

 

Cape Town

Cape Town

 

5º DIA CAPE TOWN / JOHANNESBURG / KRUGER PARK Em horário apropriado, traslado ao Aeroporto de Cape Town para embarque no voo da SOUTH

AFRICAN AIRWAYS com destino a Johannesburg. Chegada e aguardo da conexão com voo da SOUTH AFRICAN EXPRESS com destino

SA kruger5

Kruger Park

ao Aeroporto de Hoedspruit. Chegada e traslado regular até a reserva privativa à escolher. Acomodação por 02 noites com pensão completa. À tarde, saída para safári fotográfico realizados em Land-Rovers. Ao entardecer, parada em ponto estratégico para observar o pôr do sol nas montanhas, onde serão servido lanches e bebidas. Retorno ao lodge. À noite, jantar típico BOMA (realizado em dias alternados).
(*) A maioria das Reservas Privativas está localizada em áreas periféricas, próximas ao Kruger National Park. Os safáris fotográficos são realizados em território delimitados das Reservas Privativas, sem acesso ao Kruger National Park.

 

SA Kruger Park Car Rental
Kruger National PArk

6º DIA RESERVA PRIVATIVA

Dois safáris fotográficos: um ao amanhecer e outro ao anoitecer, onde se terá a possibilidade de observar os Big Five (Leão, Búfalo, Elefante, Rinoceronte e Leopardo).

Kruger Park

Kruger Park

7º DIA KRUGER PARK / JOHANNESBURG 

Pela manhã, saída para o ultimo safári fotográfico para observar os animais menores, vegetação e plantas típicas do local. Retorno ao lodge para o café da manhã e em seguida, traslado regular ao aeroporto de Hoedspruit para embarque em vôo da SOUTH AFRICAN EXPRESS com destino a Johannesburg. Chegada e traslado em shuttle regular ao hotel para hospedagem por 01 noite, com café da manhã.

 

Johannesburgo - A Capital financeira da Africa

Johannesburgo – A Capital financeira da Africa

8º Dia JOHANNESBURG / MAURITIUS (ILHA MAURITIUS)  
Apresentação no aeroporto (agendar shuttle na recepção do hotel) para embarque pela SOUTH AFRICAN AIRWAYS, com destino a Mauritius Chegada e traslado ao hotel escolhido para hospedagem por 05 noites com café da manhã e jantar.

 

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

 

9º Dia ao 12º Dias MAURITIUS 

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio


Dias livres.
SUGERIMOS: visita à cidade de Port Louis, a agitada capital com suas ruas e o mercado movimentadíssimo, a mistura exótica de povos – chineses, indianos, creôles e descendentes de europeus. Parada no Shopping Le Caudan.

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Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

 

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

13º Dia MAURITIUS / JOHANNESBURG 
Em horário a ser informado, traslado ao Aeroporto de Mauritius para embarque pela SOUTH AFRICAN AIRWAYS com destino a Johannesburg. Chegada e traslado em shuttle regular ao hotel para hospedagem por 01 noite, com café da manhã.

14º Dia JOHANNESBURG / SÃO PAULO
Em horário apropriado, traslado em shuttle regular (agendar na recepção do hotel) ao aeroporto para embarque pela SOUTH AFRICAN AIRWAYS com destino a São Paulo. Chegada no Aeroporto Internacional de São Paulo. Fim dos serviços Viagens Top

 

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SAIBA MAIS SOBRE OS LUGARES A SEREM VISITADOS, INFORMAÇÕES, CURIOSIDADES, Etc

Africa do Sul: Kruger National Park

O Kruger National Park é o destino da África do Sul mais procurado para um safári. Casa dos Big Five (Os cinco grandiosos – leão, elefante, búfalo, leopardo e rinoceronte), milhares de espécies de pássaros e seis diferentes ecossistemas, o Kruger National Park é uma das mais diversificadas reservas de animais do mundo. É também a maior da África do Sul e uma das mais antigas.

Africa do Sul: Cape Town

Cape Town ou a Cidade do Cabo encanta não só os apaixonados, como é conhecida há anos, mas todos aqueles que amam as coisas boas da vida. A primeira impressão que se tem ao ouvir falar de uma cidade africana é de um destino cheio de exotismo, vida selvagem e natureza, certo? Pois isso é só o começo do que você poderá desfrutar ao visitar a Cidade do Cabo, segunda maior cidade da África do Sul, um dos dez mais procurados destinos turísticos do mundo.

A surpresa começa pela disposição geográfica única, a cidade rodeia o pé de uma montanha, a Montanha da Mesa (do inglês Table Mountain), que leva este nome por apresentar justamente o formato de uma mesa, seguida de uma formação rochosa com 12 picos, que foi denominada pelos locais como “os 12 apóstolos”. Não espere encontrar uma cidade muito grande, na verdade a região metropolitana da Cidade do Cabo, mesmo sendo considerada a segunda maior população da África do Sul, limita-se pelo contorno da Montanha da Mesa com o oceano Índico ao fundo de um lado e o oceano Atlântico do outro, fazendo que seu crescimento seja bastante controlado. Nos seus arredores, há o Cabo da Boa Esperança, o ponto mais distante do continente africano em direção à Antártida.

Realmente é uma experiencia inusitada e inédita


Ilhas Mauricio:

Maurício é chamada de Pérola do Índico. A ilha fica entre a África e Ásia (a aproximadamente 2.000 quilômetros da costa sudeste da África). Tantos são os encantos dali que você certamente irá aproveitar muito.
Todo visitante recebe uma atenção especial por parte dos habitantes locais que são conhecidos pelo sorriso sempre presente em seus rostos, pela atenção e amabilidade com os turistas.

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

Maurício é considerada uma “Joia” por suas praias de areia branca, mar em tons esmeralda e turquesa e águas calmas. O povo mauriciano é um dos mais amistosos e sorridentes do mundo, o que fará de sua estada na ilha ainda mais especial.

Em apenas uma frase, define-se Mauritius: A PÉROLA DO OCEANO ÍNDICO.
Com 1.865 km2 e 160 km de costa, rodeada por recifes de corais. A capital e principal porto; Port Louis, foi fundada por Mahé de Labourdonnais em 1736. Antigas construções coloniais inglesas e francesas, como a Praça das Armas, o Teatro Municipal, as Catedrais Católica e Protestante, o Museu da História Natural, etc. A temperatura na costa, varia de 24ºC a 30ºC durante todo o ano. A época de chuvas é de janeiro a março. O clima mais agradável é entre os meses de abril a julho e de setembro a novembro. O inglês é o idioma oficial, predominando no dia-a-dia o francês e o creole. A população é composta por mauricianos, indianos, europeus, africanos e chineses. Conta com uma fauna exótica e rica flora. Facilidades para os principais esportes aquáticos. Prepare-se para relaxar neste paraíso, ao som e dança da sua famosa música nativa: “The Séga”. Todos os hotéis de Mauritius distam entre 1 hora e meia a 2 horas do Aeroporto Internacional.

Nesse paraíso no oceano Índico, a cinco horas de vôo de Johannesburgo, há praias de águas azul-turquesa e resorts disputando para ver qual é o mais requintado. Mordomos chegam até a preparar o banho e (pasme!) limpar seus óculos de sol enquanto você dá um mergulho. A exótica cultura indiana é visível no mercado de Port Louis, com suas especiarias, e no templo hindu Maheswarnath. É imperdível namorar no romântico Jardim de Pamplemousses, com suas palmeiras gigantescas e tanques de vitórias-régias.

A Ilha e protegida pela terceira maior barreira de corais do mundo.

 

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

O QUE VISITAR

Na capital Port Louis, não deixe de conhecer a praça Place d’Arms, que tem muitas árvores e estátuas e abriga a antiga Casa do Governo, o Teatro Municipal e alguns dos arranha-céus mais altos de toda a cidade.
Alguns museus também merecem destaque: o Blue Penny, em Caudan Waterfront, mostra a história do país desde a descoberta até a ocupação da ilha; e o de História Natural das Ilhas Maurícias, em Chaussee Street, tem uma vasta biblioteca com mais de 50.000 livros.
A Catedral de St. Louis, em estilo gótico, é um dos pontos turísticos mais procurados.

Ao norte, fica o reduto dos esportes náuticos, como pesca oceânica, esqui aquático e windsurfe, além de ter os bares mais agitados do país, que lota após a contemplação do belíssimo pôr-do-sol. Grand Bay tem também restaurantes e discotecas badaladas. Ao leste do país está a região mais selvagem. Visitem as praias de areia branca de Palmar, Belle Mare e Île aux Cerfs, as lagoas de corais, além do parque aquático Waterpark Leisure Village.

A costa oeste abriga o santuário de pássaros de Casela, que conta com mais de 140 espécies vindas de todos os continentes. Por fim, ao sul, a praia mais popular é Blue Ray, ótima para a prática de windsurfe e vela.

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

INFORMAÇÕES E SERVIÇOS

Site de Maurício – www.gov.mu
Site de turismo do país – www.tourism-mauritius.mu

Informações Turísticas MTPA (Mauritius Tourist Promotion Authority) – Victoria House, 4º andar (Port Louis), tel. (230) 210-1545. De seg. a sex. das 9h às 16h; sáb. das 9h ao meio-dia. www.tourism-mauritius.mu

Código de acesso – 230
Moeda – Rúpia mauriciana (Rs).
Idiomas – Inglês e francês
Fuso horário – Maurício está 7 horas a mais do horário de Brasília.
Horário comercial – As empresas costumam funcionar, de seg. a sex., das 8h30 às 16h15 e, aos sábados, das 9h às 12h. Já os bancos estão abertos de seg. a qui., das 9h15 às 15h15; às sex., das 9h15 às 15h30; e algumas instituições, aos sábados, das 9h15 às 11h15.
Clima – As temperaturas costumam variar entre 22°C, no inverno (de maio a outubro), e 34°C, no verão (de novembro a abril). No entanto, o clima na ilha pode mudar, repentinamente, de acordo com o local em que o visitante se encontra, como os atrativos do interior.
Gorjetas – Não é obrigatória e não está incluída nas contas em bares e restaurantes.
Documentos – Passaporte válido e a passagem aérea de regresso são os documentos necessários para ingresso ao país. O controle de entrada de estrangeiros é rígido, por isso tenha em mãos cópias de suas reservas nos hotéis e o bilhete aéreo que especifique a sua data de retorno.
– Certificado Internacional contra Febre Amarela (tomada com até 10 dias antes da viagem);

 

Ilhas Mauricio

Ilhas Mauricio

 

INFORMAÇÕES TURISTICAS E PASSEIOS NA ILHA

 

PORT LOUIS, Maurício – O nome parece estar errado à primeira vista: Ilhas Maurício é como chamamos apenas uma ilha, a principal do Arquipélago de Mascarenhas, composto também por Rodrigues e outras ilhotas não habitadas. Mas conhecer este território de origem vulcânica, isolado no Oceano Índico e protegido do mar aberto pela terceira maior barreira de corais do mundo, é descobrir um país realmente plural, que vai além do clichê de praias de água azul-turquesa e areia branca.

Port Louis

Port Louis

Na ilha visitada pela primeira vez por portugueses (em 1510), colonizada por holandeses (1598) — que a batizaram em homenagem a Maurício de Nassau — e ocupada por franceses (1715) e britânicos (1810), convivem cidadãos de origem indiana (60% da população), africana, chinesa e francesa. A mistura étnica se reflete nas ruas, um caleidoscópio a céu aberto por onde circulam hindus, muçulmanos e cristãos, falando inglês, francês, crioulo (que mescla ao francês as línguas usadas em Madagascar e outros países da África). As diversas facetas aparecem também na arquitetura, na gastronomia, nos costumes, nas roupas, no artesanato. Toda essa diversidade, sem esquecer as belíssimas praias, claro, torna Maurício, que fica a quase dois mil quilômetros a leste do continente africano, atraente o suficiente para tentar conquistar mais turistas brasileiros.

Com áreas de proteção ambiental, oferta de esportes de aventura e resorts de sonho, o arquipélago tem atraído cerca de 940 mil visitantes ao ano, principalmente da França (32%). Há dez anos, o número não chegava a 450 mil, e a meta é alcançar dois milhões até 2015. Em tempos de crise econômica na Europa, o Ministério do Turismo local se voltou para o Brasil. E instituiu um carnaval fora de época, realizado mês passado, com a participação de sambistas do Rio. Esta primeira edição foi considerada um sucesso. E a segunda, ampliada, está confirmada para 2013.

— Queremos ser conhecidos como mais do que um paraíso de praias. Somos um melting pot. Todo mundo em Maurício celebra tanto o Natal quanto o Diwali, o festival das luzes indiano — resume Vivek Raghoonundun, gerente do escritório do Ministério do Turismo da ilha.

 

 

Port Louis - Market

Port Louis – Market

Port Louis, a capital: aroma de baunilha, ritmo de séga

É mais fácil acabar em séga, a dança de movimentos meio latinos e meio caribenhos típica de Maurício, e não em samba um roteiro por essa ilha de 2.040 metros quadrados, e cerca de 330 quilômetros de costa, onde no inverno, de junho a agosto, faz entre 20 e 25 graus Celsius, e no verão, de novembro a janeiro, entre 30 e 35 graus Celsius. Na capital, Port Louis, está o Mercado Central, coração pulsante, uma construção antiga em uma área pobre, colorida e perfumada no primeiro piso por frutas, legumes, temperos e baunilha. No segundo andar, repleto de sáris e hijabs cruzando os corredores em meio a vestimentas ocidentais, ficam barracas de artesanato e tecidos. A palavra de ordem é pechincha. Se não tem intenção de comprar, melhor nem perguntar quanto é. O mesmo vale para a Chinatown ali ao lado: pechinche na sucessão de lojas entremeadas por restaurantes chineses em ruas estreitas.

Depois da imersão na(s) cultura(s) mauriciana(s), vale um refresco. Melhor ainda, um caldo de cana-de-açúcar (com ingredientes como limão, gengibre, menta, tamarindo, manga ou cerveja local) num simpático quiosque do Caudan Waterfront, espécie de shopping à beira-mar. O copo custa 100 rúpias (cerca de R$ 6,50), e o prazer de se sentar de frente para o porto da cidade de 150 mil habitantes e jogar conversa fora, vendo um arredio artista rastafári talhar belas peças em madeira, não tem preço. No local há 170 lojas, restaurantes, cinemas, cassino, hotéis e um museu.

A parada é obrigatória para pensar por onde começar a conhecer Maurício. Seja qual for seu destino, é bom saber que as distâncias na ilha são sempre grandes para andar a pé. Alugar carro é uma opção, mas é bom lembrar que em Maurício a mão é inglesa. Vale pegar um táxi ou contratar um tour quando a intenção for visitar várias atrações turísticas numa mesma região.

Quer priorizar a natureza? Não deixe de ir ao La Vanille Réserve des Mascareignes, ao Sul, onde vivem 800 tartarugas-gigantes, vindas das Seychelles e reintroduzidas na ilha por recomendação de Charles Darwin, depois que as locais foram extintas no século XVIII. Isto porque os marinheiros franceses as capturavam para levá-las em seus navios a fim de aproveitar a carne e o óleo — as tartarugas podiam ficar meses embarcadas quietinhas, sem comer ou beber. Na reserva de La Vanille se pode montar nelas. A mais velha tem 97 anos e mais de 275 quilos. Outra atração são os crocodilos do Nilo, importados de Madagascar, que podem ser apreciados vivos e mortos. No restaurante cujo nome quer dizer Crocodilo Faminto, num varandão entre árvores e com pássaros visitando as mesas, são servidas especialidades como curry de crocodilo, crocodilo agridoce em arroz cantonês, bife de crocodilo com legumes, brochete de crocodilo com baunilha e até hambúrger de crocodilo, com queijo, tomate, alface, cebola e batata frita.

Outro bom encontro com a natureza é visitar o Parque Natural de Casela, espécie de jardim zoológico que exibe mais de dois mil pássaros de 148 espécies do oeste da ilha. As aves são o forte do país, que foi habitat de uma linhagem única, já extinta: o dodo, hoje vivo apenas no brasão oficial da ilha e em suvenires. Grande como um ganso, lento, com asas muito curtas, que não conseguiam fazê-lo voar, o dodo não tinha inimigos naturais, e vivia sossegado até a chegada dos holandeses, famintos. Em 1693, menos de cem anos após o início da colonização, todos os exemplares da espécie já haviam sido devorados por eles. Atualmente, para contar a história do dodo restam apenas desenhos feitos por naturalistas, uma pata no Museu de História Natural de Londres e uma cabeça no Museu de Zoologia da Universidade de Oxford. No Parque de Casela também é possível ter outra experiência mais radical: uma caminhada com três gerações de leões.

Mas se selvagem, para você, só praia, há de haver uma a seu gosto nos 330 quilômetros de costa das Ilhas Maurício, onde, em tese, elas são todas públicas desde a década de 1970. Mas é bom saber que os resorts têm fiscais nas faixas de areia que consideram suas para perguntar aos banhistas o número do quarto em que estão hospedados. Quem não quer passar por esse constrangimento pode optar por praias bem longe dos complexos turísticos. Entre as preferidas da população local está Péreybère, pequena, de águas azuis profundas e cercada de bares e restaurantes. Na estreita faixa de areia, há vendedores de amoras vermelhíssimas, escultores de areia e banhistas. Já Flic en Flac (contração de free and flat land, algo como “terra livre e plana” em tradução livre) e Le Morne são mais amplas. A primeira, a maior da ilha, é boa para nadar. A segunda, por causa dos ventos, tornou-se a favorita dos kitesurfistas. E tem ainda Mont Choisy, Trou aux Biches, Belle Mare, Blue Bay… Todas ficam apinhadas nos fins de semana, com direito a kombis e barracas de camping. Mas durante a semana, em geral, são quase desertas.

Rum e chá pelas fábricas da ilha

Maurício não é um exemplo de industrialização. Mas suas poucas fábricas merecem uma visita. Não tanto pelas linhas de produção e montagem — embora seja muito curioso conhecer mais sobre o processo de manufaturação do chá e da baunilha, produtos típicos — mas principalmente pelas degustações que elas proporcionam.

Um passeio à linda Rhumerie Chamarel, de rum, é imperdível para quem visita os arredores de Le Morne. Na Chamarel é possível ver todas as etapas da produção da bebida. Ali são feitas 250 mil garrafas por ano, sendo 100 mil delas para exportação. Vale provar os thé rhuns, misturas de rum com baunilha, abacaxi, coco, limão e caramelo. Outro destaque é o Vanilla Liquer (feito com o Premium Rum), que pode ser tomado em coquetéis ou puro, com uma taça de café. Tudo está à venda na charmosa lojinha, que tem itens como chutney de banana, outro produto abundante nas Ilhas Maurício. Quem vê o apetite se abrir com a visita pode almoçar no L’Alquimiste Canard, e provar entradas como o foie gras à l’nanas, e pratos como o curry l’alquimiste, com frango e camarão ao leite de coco.

Mas a bebida nacional é o chá. De preferência, o de baunilha. Para prová-lo, vale ir até a fábrica Bois Chéri, de 1892, onde três mil toneladas de folhas são transformadas em cerca de 700 toneladas de chá por ano, 15% delas para exportação (uma das compradoras é a parisiense Mariage Frères). O mesmo chá (thea sinesis, da família da camomila) pode ganhar vários sabores, com acréscimo de essências de maracujá, menta, coco e baunilha. Ao fim da visita, pode-se parar na varanda da casa de chá emoldurada por um lago para degustação. E continuar no restaurante ao lado. Por 1.500 rúpias (R$ 100) é possível comer bem: salada de palmito; curry de frango com camarão ou de carne de porco; banana flambada ao rum ou sorvete de manga.

Do mesmo dono, perto dali, está Saint Aubin, casa colonial de 1819 onde se desfruta de uma típica refeição mauriciana, com frango ao molho de baunilha entre as opções. Em Saint Aubin é possível visitar uma estufa de orquídeas que dão a baunilha, e saber um pouco mais sobre os bastões vegetais que têm cheiro ruim para quem espera sentir aquele odor adocicado. Após fervidos, passam por vários processos de secagem e, uma vez prontos, custam 15 rúpias (R$ 1) o grama.

Nas vilas: quilombo, lago sagrado e mesquitas

Os mauricianos costumam dizer que é nas vilas que está a Maurício real. Para ter este suposto choque de realidade, no entanto, nem é preciso dar as costas para as paisagens de sonho da ilha. Um bom exemplo é rumar para o Sudoeste, em direção a Chamarel e Le Morne, terras de negros cristãos. Ambas surgiram como quilombos, no início do século XIX, quando os escravos africanos fugiam das fazendas de cana-de-açúcar para se esconder de seus senhores na montanha que se tornou símbolo de resistência à escravidão.

Em Le Morne (palavra crioula que significa “mistura”), cerca de 200 escravos viviam isolados numa pequena comunidade quando, em fevereiro de 1835, soldados chegaram para avisar da abolição. Achando que estavam sendo atacados, e sentindo-se sem chances de reação, eles cometeram suicídio coletivo atirando-se montanha abaixo. O local — em frente à praia de mesmo nome, e que é ponto de kitesurfe — acabou sendo declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco e hoje é marcado por um pequeno monumento.

Chamarel e Le Morne se mantém como vilas de pescadores que concentram negros e seus costumes e tradições. É onde se vê mais igrejas católicas e se come a legítima comida crioula, num clima mais quente e de vegetação seca. Também se pode aproveitar para conhecer lugares curiosos, como a Terra de Sete Cores, propriedade privada onde é possível apreciar a beleza de um tipo de solo raro, colorido, que lembra aquelas garrafinhas de areia do Nordeste do Brasil.

O efeito é resultado de um fenômeno geológico: a lava que um dia desceu do vulcão Trou aux Cerfs, que deu origem à ilha (a última erupção foi há 600 mil anos), em contato com o clima quente e úmido da região, oxidou metais dando cor à terra. O roxo, por exemplo, é alumínio; o vermelho, ferro. Ali não cresce nada que se plante. Por isto o lugar ficou conhecido como Bad Land (terra ruim).

No caminho para a Terra de Sete Cores está uma cascata, alimentada pelos rios Saint Denis e Viande Salié, que tem água de dezembro a abril, período de chuvas e ciclones (embora nos últimos seis anos não se tenha tido sinais deste fenômeno na ilha). Tão interessante quanto ver a queda d’água, que tem cem metros de altura, é observar a montanha mesclada cortada por ela: os diferentes tons das camadas de lava basal e areia mostram as várias idades geológicas do terreno. Também vale parar num dos restaurantes simples da região onde, na época de caça, que começa em julho, é possível provar deliciosos pratos de carne de porco.

Mais ao sul, o clima muda. A paisagem também. O tempo esfria, fica mais úmido. Saem as plantações de cana-de-açúcar, e o que se vê é chá de um lado e florestas do outro. Entre um e outro destaca-se uma estátua gigante de Shiva, doada pelo governo da Índia e erguida entre 2005 e 2007 ao lado do Ganga Talao ou Grand Bassin, lago natural que fica na cratera aberta há milhares de anos pelo extinto vulcão que originou a ilha. Considerado sagrado, em suas águas não é permitido nem pescar. Estamos no distrito de Savanne, 1.800 metros acima do nível do mar, lugar de peregrinação de mauricianos de fé hindu. Cerca de 600 mil pessoas visitam o local num festival que costuma ocorrer entre fevereiro e março.

Já ao norte, onde estão as mais lindas entre as mais lindas praias, pode-se ver mais muçulmanos e suas mesquitas. Mas os traços árabes não estão tão bem marcados numa vizinhança específica. O fato é que, por onde quer que se ande em território mauriciano o que se vê é uma mistura étnica que ora parece ter mais ingredientes de uma, ora de outra cultura.

Não poderia ser diferente. A ilha, que até o início do século XVI era desabitada, com os colonizadores franceses e ingleses ganhou escravos vindos da África para trabalhar nos canaviais. Com a abolição da escravatura, a mão de obra africana foi substituída pela indiana e chinesa, povos que trabalharam ainda em outras culturas, como a do chá e a da baunilha, também produtos típicos de Maurício.

Com os ciclos migratórios de seres humanos de tradições tão distintas, a terra que originalmente era dos pássaros foi formando sua identidade múltipla, que hoje salta aos olhos, e também aos ouvidos de quem chega. A população de mais de 1,3 milhão de habitantes fala oficialmente francês e inglês, mas nas ruas o que se ouve mais são o francês e o crioulo.

Um templo para chamar de seu

Mesmo o menos religioso dos turistas não consegue resistir à tentação. Em um país onde o hinduísmo é a religião predominante, praticado por pouco mais de 50% dos habitantes, os católicos são 30% e os muçulmanos, quase 20%, passar por alguns dos templos espalhados pelas ruas sem pelo menos parar, entrar e fotografar é um sacrifício em vão. Os hindus são os que mais chamam a atenção, principalmente os tamil, multicoloridos e com esculturas de deuses e animais. Um dos mais tradicionais é o Vishnu Kchetre Mandir, em Port Louis, aberto em 1932.

Já as mesquitas muçulmanas em geral são brancas com tons de verde. As mais antigas e imponentes de Maurício são a Al Aqsa e a Mesquita Jummah (Grande Mesquita), ambas em Port Louis. Al Aqsa, do início do século XIX, demorou a ser construída. A primeira tentativa foi em 1798, quando a pequena comunidade muçulmana da ilha (de imigrantes da Índia e do Paquistão) manifestou o desejo de erguer ali um templo, mas encontrou oposição dos colonos franceses.

Somente na terceira tentativa, em 1805, os muçulmanos conseguiram ver o sonho realizado. A construção começou no mesmo ano e, até 1852, quando a Jummah foi erguida, Al Aqsa permaneceu como o único templo da religião em Maurício.

Também se destacam na paisagem pagodes chineses como o Kwan Tee, que pertence à Sociedade Cohan Thai Bui e foi construído em 1832.

Mais familiares para os ocidentais, as catedrais de Saint Louis e de Saint James, do século XVIII, complementam a ambiência multirreligiosa da capital.

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